A Empulhação do Foro de São Paulo
Parte I – Sumário
No final dos anos 80 a URSS desistiu da ditadura do proletariado e deixou seus órfãos desamparados pelo mundo. Um destes países deixados à míngua foi Cuba que teria que atravessar tempos duros sem a mesada da mãezona. Rapidamente, os castro, que de bobos só tem a figura aparvalhada do irmão mais novo, reagiram. No Brasil surgira uma promessa de liderança popular suficientemente idiota para ser convencida da mais nova empulhação: recuperar na América latina o que se havia perdido no leste europeu. A ninguém ocorreu fazer a pergunta óbvia: se não deu certo lá por que daria aqui?
Seja como for, o mais novo pateta do pedaço concordou em entrar com o dinheiro enquanto o experiente barbudo entrava com a lábia. O tosco ex líder sindical não só não fez a pergunta óbvia como aderiu alegremente à oportunidade que lhe era dada de se colocar no mesmo nível do legendário barbudo: A 4 mãos estava fundado o Foro de São Paulo, onde se acotovelavam desde partidos esquerdistas legais a ex-terroristas e até narco traficantes. E saíram à conquista do poder no continente que foram paulatinamente conquistando com diferentes graus de poder real: os Kirchner na Argentina, o Morales na Bolivia, o Chaves na Venezuela, o Ortega na Nicarágua, o Correa no Equador e o Lula no Brasil. Situação atual 20 anos depois: a Kirchner sobrevivente está fugindo do camburão, o Chaves morreu e a Venezuela está onde se sabe, o Ortega está metralhando seu povo nas ruas, o Correa está asilado na Europa para não ser preso e o Brasil tem mais de 150 bilhões de déficit fiscal anual, dívida pública de 3,550 trilhões, 13 milhões de desempregados e o genial inventor do foro na cadeia. Fora o resto. O índio boliviano após conseguir alguns presentes, entre eles uma refinaria, fez uma política econômica responsável e vai muito bem obrigado. Mas quem se saiu melhor na história foram os castro: o mais velho morreu na cama de velhice e o mais novo retirou-se para descansar que ninguém é de ferro. De quebra conseguiram diversos anos de sobrevida e um porto novinho em folha, presente dos brasileiros. E mantiveram a espantosa façanha de serem considerados democratas após 58 anos de poder sem contestação e um exemplo para o mundo.
Secada a última fonte de mesada Cuba já idealizou os novos doadores: vão privatizar a economia abrindo oportunidades para empreendimentos capitalistas. Se vai colar, ainda não se sabe, mas o que é certo é ser a economia cubana uma ficção: existe a oficial onde o salário mensal compra algumas batatas – caso encontradas nos mercados oficiais - e a real totalmente privada de onde realmente vive o povo. Quem esteve lá, (leiam Percival Puggina e outros) relata a horda de “maridos”, “noivos” e “namorados” oferecendo educadamente suas mulheres a turistas. É para ajudar no orçamento já que os salários são baixos na ilha da igualdade. Acertado o negócio segue-se a oferta de quartos alugados por gentis senhoras nas proximidades. Além dos restaurantes caseiros que só eles conhecem. Dessa economia subterrânea vivem os cubanos que assim se somam aos outros que recebem transferências de parentes que moram em Miami. Há também os milhares de “médicos” prestando serviços no exterior cuja remuneração na maior parte fica para o governo pagar a burocracia. Regime socialista é isso.
Parte I – Sumário
No final dos anos 80 a URSS desistiu da ditadura do proletariado e deixou seus órfãos desamparados pelo mundo. Um destes países deixados à míngua foi Cuba que teria que atravessar tempos duros sem a mesada da mãezona. Rapidamente, os castro, que de bobos só tem a figura aparvalhada do irmão mais novo, reagiram. No Brasil surgira uma promessa de liderança popular suficientemente idiota para ser convencida da mais nova empulhação: recuperar na América latina o que se havia perdido no leste europeu. A ninguém ocorreu fazer a pergunta óbvia: se não deu certo lá por que daria aqui?
Seja como for, o mais novo pateta do pedaço concordou em entrar com o dinheiro enquanto o experiente barbudo entrava com a lábia. O tosco ex líder sindical não só não fez a pergunta óbvia como aderiu alegremente à oportunidade que lhe era dada de se colocar no mesmo nível do legendário barbudo: A 4 mãos estava fundado o Foro de São Paulo, onde se acotovelavam desde partidos esquerdistas legais a ex-terroristas e até narco traficantes. E saíram à conquista do poder no continente que foram paulatinamente conquistando com diferentes graus de poder real: os Kirchner na Argentina, o Morales na Bolivia, o Chaves na Venezuela, o Ortega na Nicarágua, o Correa no Equador e o Lula no Brasil. Situação atual 20 anos depois: a Kirchner sobrevivente está fugindo do camburão, o Chaves morreu e a Venezuela está onde se sabe, o Ortega está metralhando seu povo nas ruas, o Correa está asilado na Europa para não ser preso e o Brasil tem mais de 150 bilhões de déficit fiscal anual, dívida pública de 3,550 trilhões, 13 milhões de desempregados e o genial inventor do foro na cadeia. Fora o resto. O índio boliviano após conseguir alguns presentes, entre eles uma refinaria, fez uma política econômica responsável e vai muito bem obrigado. Mas quem se saiu melhor na história foram os castro: o mais velho morreu na cama de velhice e o mais novo retirou-se para descansar que ninguém é de ferro. De quebra conseguiram diversos anos de sobrevida e um porto novinho em folha, presente dos brasileiros. E mantiveram a espantosa façanha de serem considerados democratas após 58 anos de poder sem contestação e um exemplo para o mundo.
Secada a última fonte de mesada Cuba já idealizou os novos doadores: vão privatizar a economia abrindo oportunidades para empreendimentos capitalistas. Se vai colar, ainda não se sabe, mas o que é certo é ser a economia cubana uma ficção: existe a oficial onde o salário mensal compra algumas batatas – caso encontradas nos mercados oficiais - e a real totalmente privada de onde realmente vive o povo. Quem esteve lá, (leiam Percival Puggina e outros) relata a horda de “maridos”, “noivos” e “namorados” oferecendo educadamente suas mulheres a turistas. É para ajudar no orçamento já que os salários são baixos na ilha da igualdade. Acertado o negócio segue-se a oferta de quartos alugados por gentis senhoras nas proximidades. Além dos restaurantes caseiros que só eles conhecem. Dessa economia subterrânea vivem os cubanos que assim se somam aos outros que recebem transferências de parentes que moram em Miami. Há também os milhares de “médicos” prestando serviços no exterior cuja remuneração na maior parte fica para o governo pagar a burocracia. Regime socialista é isso.
addessandre
Continua
Ótima retrospectiva. E AGORA o que esperar se TUDO isso?🇧🇷
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